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37 Comentários

  1. André Cardoso |

    Show de bola!!!

  2. Marcos (Tétero) |

    Infelizmente não estarei aqui em Brasília na Missa de sétimo dia da Alice. Se vc for, dá um abraço forte no Pulga e família por mim.
    Que coisa horrível, mas vamos ajudá-los. Um beijo.

  3. Mariana, que lindo texto! Concordo plenamente contigo: as amizades de infância são únicas, lúdicas, sem interesses implícitos. Força ao seu amigo e a todos que passam por situações semelhantes!

    Quanto ao “Dureeeeeeen Dureeeeeeeeen”, o importante é que você teve a oportunidade de reviver momentos inesquecíveis. Isso não tem preço!

    Amplexos!!!!

  4. Muito lindo o texto, Mari. bjs.

  5. Mari, querida amiga,

    Linda essa sua capacidade de traduzir essa profusão de sentimentos que vivmo. Nós as de 40, brasilienses, da quadra, do rolimã, do pick bandeira, da queimada, do parquinho, da entre quadras… Me identifiquei completamene… da dor… e da alegria… continuamos….

  6. Achei muito tocante e sensível o seu texto

  7. Fabiana Pinheiro |

    É Mariana, definitivamente näo estamos preparados para este tipo de perda, mas a vida continua… e como diz a letra de SAVE A PRAYER: ¨You don’t have to dream it all, just live a day…¨ Enfim, vamos viver e viver bem o nosso dia-a-dia!

  8. Mari,
    Quase não segui lendo o texto só por imaginar a dor desse pai, dessa mãe, dessa família, entretanto superei a melancolia e me deliciei com seu momento “teen”. Parabéns pelo texto.
    bjo

  9. Vagner Carvalho |

    Mariana… tenho um filho de 9 anos e fiquei também super triste com a história do seu amigo, acho que não merecemos passar por isso, mas Deus sabe o que faz. Agora falando sobre o show eu acho que deve ter sido algo muito incrível ver a banda que embalou tantos momentos felizes em sua cidade, fico feliz por você ter ido mesmo com uma profunda dor no coração! Grande abraço dos seus fãs Vagner e Taíssa.

  10. Que texto lindo Mariana! É muito bom escrever com a alma sobre sentimentos. Eu entendo direitinho esta naustalgia. Estou entrando nos 40 e também passando por algo assim. Relembrando muito o passado. Na minha passagem por Brasília trouxe uns diários meus que estavam na casa dos meus pais. E que inclusive tem algumas passagens onde eu, Suza e Anninha vamos à sua casa, ou onde saímos juntas e até vamos ao cinema. Devorei meus diários nos últimos dias e é muito bem “reler” o passado. Quanto a notícia triste do seu amigo, sei que é uma dor horrível, mas sempre lembro do que a avó do Ralf (meu marido), me disse pouco antes de falecer, quando tinha 94 anos. “Nesse mundo temos que falecer para abrirmos espaco para os que estao por vir.” Eu estava grávida do Fabio e me pediram para nao contá-la, pois os nove meses seriam muito longos para ela. Ela olhou para mim nesse dia e disse que havia algo de diferente em mim. Eu estava bem no início da gravidez e nada havia mudado. Mas ela dentro de si já sabia. Eu olhei para meus sogros e disse… realmente, tem um bebê na minha barriga. Ela deu um sorriso inesquecível, duas semanas depois faleceu. Sei que isso nao é consolo para a perda de uma crianca. Mas é um acontecimento que ficou na memória… e queria compartilhar. Beijos, continue escrevendo textos maravilhosos e consolando amigos importantes!

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