A dramática Estrada Atlântica e suas pontes que acabam no céu

A dramática Estrada Atlântica e suas pontes que acabam no céu

A ideia era ter atravessado toda a “dramática Estrada Atlântica” como dizia a programação de nossa viagem aos Países Nórdicos elaborada pelo chef brasiliense-dinamarquês Simon Lau Cederholm, do restaurante Aquavit. Mas a viagem era gastronômica e, como tal, tinha a comilança como protagonista, de forma que nos atrasamos e quase perdemos este que era, para mim, um dos pontos altos do périplo de dez dias por Suécia, Noruega e Dinamarca.

Bati pé pra não perder a atração e saímos em direção à famosa estrada, já às 10 horas da noite, após um dia quase todo passado na van. A Atlântica liga várias ilhazinhas do litoral da Noruega por meio de pequenas pontes tortas que, por vezes, dão a impressão de que serão interrompidas lá no alto, fazendo o carro cair no mar. Antes de sair do Brasil, eu tinha visto a foto de uma delas com uma montanha nevada ao fundo. Lindíssima!

Por causa da falta de tempo, não chegamos a ver aquela imagem, provavelmente ela viria mais à frente. Mesmo assim, toda a paisagem, com o Oceano Atlântico dos dois lados e o sol se pondo a oeste, é algo de que nunca me esquecerei.

 

Paramos em uma das ilhas, onde havia umas três casinhas literalmente isoladas. Simon, corredor quase profissional, se apressou em subir até o topo.

Na subida, ele e as duas companheiras de viagem que toparam fazer o passeio encontraram flores de tipos e cores diferentes. “Essas aqui já formam um arranjo sozinhas!”, disse Neide, craque em fazer belos arranjos de flores.

Na volta, paramos em frente a uma das pontes tortas mais legais pra tirar fotos e fazer inveja às outras companheiras de viagem, que preferiram abrir mão da aventura. Era 1 hora da manhã quando entramos no hotel e a noite ainda não havia caído.

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13 Comentários

  1. João Cadamuro |

    Prezada Mariana, estamos com viagem marcada para a Noruega no proximo mês, por favor me de mais nformções sobre a estrada Atlantica, qual a referencia para alcança-la.
    Grato
    João

    • Caro Joao, estou fora do Brasil no momento e, portanto, sem as informacoes para lhe dar. No sabado , estarei de volta e poderei lhe passar o nome da cidadezinha de onde seguimos para a Estrada Atlantica. Acho que havera tempo para voce se programar antes de viajar, ok? Um abraco, Mariana.

    • João Cadamuro, desculpe a demora. Aqui vão as indicações para se chegar à Estrada Atlântica: vocês devem ir até a cidade de Trondheim (Noruega), onde está a maior catedral dos Países nórdicos, com uma fachada impressionante (Catedral de Nídaros, do século XX). De lá, de carro, você rumará para a cidade de Molde (também na Noruega), famosa pela produção de bacalhau não salgado, especialidade da Noruega. (Em Molde, aliás, se quiser provar carne de baleia, prove. Eu não gostei.) Quando sair de Trondheim é que você pegará a Estrada Atlântica para chegar a Molde. Atenção, porque há duas opções para se chegar a Molde, a outra é por dentro e, na correria, terminamos indo por esta interna e só depois demos um passeio na Atlântica). Você tem que ir pelo caminho que leva à Estrada Atlântica. Ainda tentarei conseguir mais subsídios para ver o exato nome da estrada que sai de Trondheim, se você responder a este meu comentário. No nosso caso, fomos a Trondheim vindo da Suécia. Tínhamos ido de Estocolmo de avião para Ostersund, para conhecer o Restaurante/Hotel Faviken, sobre o qual eu falarei em outro post (de qualquer forma, adianto que o site desse restaurante maravilhoso e isolado é http://www.favikenmasaginet.se). Abraço, Mariana.

  2. Mariana, que legal… Um dia eu vou tb. Maravilhosa essa paisagem…Obrigada por compartilhar conosco

  3. Elizabeth M. B. Ferreira |

    Parabéns, senti um pouquinho como foi a sua viagem…Me deixou com uma vontade ENORME de passear tambem.

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