Apresentando Gênesis, a coleção que celebra os 70 anos da H.Stern

Apresentando Gênesis, a coleção que celebra os 70 anos da H.Stern

Há setenta anos, em 1945, o alemão naturalizado brasileiro Hans Stern abria no centro do Rio de Janeiro, a primeira loja de joias H. Stern do mundo. Na verdade, tratava-se apenas de um comércio de compra e venda de pedras preciosas que, em pouco tempo, se expandiu para a fabricação de joias e a lapidação de pedras preciosas. Pouco depois, Hans abriu a primeira loja perto do porto, onde os viajantes mais ricos do mundo chegavam à bordo de navios de cruzeiro luxuosos. Em 1964, a revista Time publicou um artigo no qual chamou Hans Stern de “o rei das pedras coloridas”.

Em termos internacionais, o grande feito de Stern foi criar e promover o interesse por pedras preciosas coloridas. Se não fosse ele, as águas-marinhas, turmalinas, ametistas e os topázios deslumbrantes não seriam tão valorizados atualmente. Antes dele, o setor de joias finas concentrava-se exclusivamente em diamantes e nas chamadas pedras orientais – rubis, safiras e esmeraldas. Mais recentemente, a H.Stern se renovou ao lançar coleções inspiradas em diversas personalidades, como a consultora de moda e estilo Constanza Pascolato (1997), o músico Carlinhos Brown (1999), a artista Anna Bella Geiger (2000), os designers de móveis Fernando e Humberto Campana (2001), a estilista Diane von Furstenberg (2004), o arquiteto Oscar Niemeyer e a companhia mineira de dança Grupo Corpo (2009).

Em homenagem aos 70 anos do início desta aventura, a joalheria- hoje um império com lojas em 12 países e representantes em 37- realizou um pré-lançamento para convidados da coleção Gênesis, inspirada no tema que já serviu de base para outras coleções da marca: as estrelas.

 

 

 

 

 

Estes astros com luz própria não foram escolhidos à toa: stern significa estrela em alemão. Se há dez anos, a H.Stern mostrou ao mundo uma série de aneis, brincos e pingentes com a estrela como tema principal, na cobiçada coleção Stars, agora esse universo se expandiu.

 

 

 

 

 

A coleção Gênesis tem estrelas em aneis com dois tipos de ouro…

 

 

 

 

 

 

 

 

… brincos com várias estrelas…

 

 

 

 

 

 

…Mega-pulseiras reluzentes…

.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.. aneis que vestem mais de um dedo…

 

 

 

 

 

 

… brincos que se encaixam nas orelhas.

 

 

 

 

 

 

Olhando para o céu
Capitaneados pelo próprio Roberto Stern, o filho de Hans e herdeiro da marca, os dez designers da H. Stern olharam para o céu antes de colocar a mão na massa. Estudaram constelações e pensaram em astros além das estrelas, como planetas e cometas.

 

 

 

 

 

O time da H. Stern é composto por desenhistas industriais, artistas plásticos e graduados em design. Cabe a Roberto Stern brifa-los com a ideia principal que deve norteá-los na criação das peças.

“Todas as mulheres sempre querem ter uma estrela. Elas fazem muito sucesso, por isso resolvemos investir neste tema”, acrescentou Christian Hallot, o embaixador da marca para o mundo. Ele conversou com Escritos do Ócio no pré-lançamento da coleção Gênesis para convidados de Brasília, que aconteceu na loja do Park Shopping nesta semana. A coleção estará nas lojas em novembro.

Hallot contou que as coleções da H. Stern são baseadas em um planejamento realmente alemão. “Hoje nós estamos fazendo os desenhos que lançaremos em 2017. Fazemos a ergonomia das peças sempre com dois anos de antecedência”, disse.

No início deste mês, ocorreu, na Rio Arte- a maior feira de artes plásticas da cidade- o principal lançamento desta coleção. As joias foram apresentadas em um jantar para convidados superespeciais, que iam de artistas plásticos como os irmãos Campana a editoras de grandes revistas de moda do país, passando pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes. Desfilavam com as joias as modelos que fizeram a campanha da Gênesis, Carol Trentini, Carol Ribeiro e Bar Rafaelli. Jorge Israel fez a trilha sonora da campanha, chamada “Keep the Moment”.

Joias para a eternidade
Aqui em Brasília, Christian Hallot contou por que a H.Stern, mais do que outras joalherias brasileiras, aposta em modelos atemporais. “Quando se trata de joias, não se pode fazer uma autofagia como acontece com a indústria da moda”, opinou ele, explicando que, com roupas, quando uma coleção é lançada, a outra já pode, muitas vezes, ser descartada.

A estrela usada na coleção Stars, que marcou os 60 anos da marca, por exemplo, foi inspirada na rosa dos ventos contida em uma tiara usada pela Rainha Vitória, da Inglaterra. Com olho clínico, Hallot logo percebeu que o colar que eu usava era uma joia antiga, de família. Ou seja, uma joia não deve ter idade. Deve durar para sempre.

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • MySpace
  • RSS
  • Twitter

Deixe um comentário